Olá Planeta Terra E Mundos Vizinhos aqui é o DJ Monstro ou Dj Daniel Na Área. Finalmente Postando \o/, queria ter postando este texto semana passada, poréeeeeeeeeeeemmmmmm não deu tempo por causa do corre corre da Lan house e faculdade . Terça-feira passada finalmente conseguir acaba de ler o livro de Zeca Camargo . Para quem não conhece ele é o Apresentador do fantástico plim plim kkkkkkkkkkkkkk, O Nome do Livro é “A Fantástica Volta ao Mundo” Fala sobre uma especial que Zeca Camargo fez em 2004 para o Programa, passando 4 meses indo para os lugares escolhidos pelo publico ao Domingo. Bem encontrei o livro na biblioteca na minha faculdade. Só posso fala uma coisa : ADOREIIIIIIIIIIIIIIII e Recomendo . Bem no mesmo dia que acabei de ler 10/05 entrei no Blog de Zeca e Postei um comentario sobre o Livro e a materia atual dele. Minha Surpresa ele não demorou muito. Olha a FOTO em baixo …
Olá Zeca, Fico imaginando como deve ser Viajar para tantos lugares diferentes e ter que fazer regime (kkkkkkkkkk). Eu não acompanhava sua Carreira, porém acabei de ler (Degustar) um livro seu (A fantástica volta ao mundo) que encontrei por acaso na biblioteca na Faculdade aonde faço o Curso de Ciência da Computação. To escrevendo para vc ,pois quero dar o parabéns pelo livro, eu sei que e muitooooooooooooooooooooo atrasado o parabéns, porém tudo o que vc passou para escrevê-lo esta eternizado nele. Nos 17 capítulos ou 17 destinos, eu senti que estava viajando junto com Você e o Guilherme Azevedo, acho que vc experimentou algo único. Espero um dia poder fazer o mesmo. A vida e uma só e vc deve conhecer a casa aonde mora. E a nossa casa e grande (kkkkkkkkkkkkkk).
Zeca Se por Acaso tiver outro projeto parecido como este nos avise no blog ^^. Quero Viaja de novo. E vc’s do Fantástico não teria um projeto parecido para efetuar de novo não???? Pois Viajamos com vc sem sair da frente da TV ou no meu caso do Livro.
Se por Acaso tiver algum errinho no meu mini texto perdão, estou no laboratório da Faculdade no meio da aula de algoritmo. E o professor falando sobre Linguagem de Computador.
OBS: Adorei A Frase : “ Acho este mundo fascinate- e não só porque é diferente, colorido, vasto, incrível, estupendo. Acho este mundo fascinante justamente porque, sob todas as diferenças, a gente e muito igual.”
QUASE ESQUEÇO : Tu ainda tem contato com as pessoas que Cruzaram teu caminho durante a Volta do mundo?????
Resposta do Zeca – fala Daniel! Que belo “achado” na biblioteca! Não tenho planos pra uma viagem desse fôlego, por enquanto – estou gastanto minhas energias em outros projetos!! Mas quem sabe em 2012? E quanto aos contatos, ainda falo com muiga gente da viagem sim – viva a internet! Um abraço.
Tem outra que tirei Lá na Faculdade na Hora da Aula ^^ …
Tirando este Acontecido a Semana Foi complicada meu PC ficou com TPM. Nâo tava para Locutar. praticamente UMAAAAAAAAAAAAAA Semana sem locutar direito, Só espero que esta semana eu consiga.
DICASSSSSSSSSSSSSS DO MONSTRO DA SEMANA .
Animes que VCs Devem Assistir :
TOPPPPPP ONE:
Deadman Wonderland
TOPPPPPP TWO:
Ao no Exorcist
TOPPPPPP FINISH KKKKKKK:
Ano Hi Mita Hana no Namae o Bokutachi wa Mada Shiranai
Estou Acompanhando estes Animes e são muito legais. São novos . começaram agora então acompanhem.
Antes de Eu me despedir por HJ. Esta Semana no Dantaimix estarei Colocando estas Aberturas e quem quiser participar do DantaiMIX podem manda messagens de Voz ou então UM textinho falando que que acha do Blogs ou do Programa ^^. Mandem para: Daniel@radioanimix.com.br.
Os caracteres que constituem a escrita começaram a aparecer na China a partir de 1.300 a.C., durante a dinastia Yin. Esses eram gravados principalmente em ossos de animais e carcaças de tartaruga, com fins primordialmente oraculares. Apesar de ser uma escrita primitiva, já possuia um número elevado de caracteres.
Com o desenvolvimento cultural do país, o imperador Shih Huang Ti, da dinastia Shang (221 a.C.) reformulou a escrita em escala nacional e a batizou de Sho-ten. Na dinastia seguinte,Han, foi criada a escrita Rei-sho que era mais simplificada para seu uso prático. É nesse período que começa a surgir o Shodo como arte. Surgem grandes mestres da caligrafia nessa época e no período posterior.
Evidentemente, a escrita era privilégio de poucos, e tendo a letra como o único tema de sua existência, o shodo prosperou exclusivamente dentro da classe culta das sociedades.
No Japão
Os caracteres chineses foram introduzidos da China para o Japão no fim da dinastia Han (202 a.C a 220 d.C), mas poucos sabiam escrever, e só foi mais difundido no governo de Shotoku Taishi, filho da Imperatriz Suiko do Japão) no século VI.
Os caracteres chineses, conhecidos como Kanji, eram então utilizados no Japão, com os mesmos significados do original. Somente durante o período Heian (794 a 1192 d.C.), é que surge a grande novidade no Japão: a criação do Hiragana, para ser utilizado junto com o Kanji.
Diferente do Kanji, onde cada letra é um ideograma, ou seja, tem um significado por si, o Hiragana tem apenas função fonética, servindo para complementar os Kanjis, facilitando a leitura.
Pode-se passar muito mais informações utilizando-se o Kanji. Por exemplo, a escrita chinesa usa somente três caracteres para a frase “Gyokan-zan”, que significa “elevando-se os olhos vislumbra-se a montanha”. Já no japonês, teremos “Ao i de yama wo miru”, com três Kanjis e quatro Hiraganas. Por este motivo, ainda hoje, os chineses não utilizam o Hiragana
O Hiragana foi criado a partir da escrita de Shodo. Os Kanjis deformados pelo artista do pincel deram origem a formas mais arredondadas e mais simples, que inspiraram os criadores do Hiragana. Sendo fonético, o Hiragana tem quantidade bem menor, assim como acontece com o nosso abecedário, enquanto que o Kanji, por possuir significados próprios, tem uma quantidade muito maior.
Um dicionário popular de japonês registra mais de 10 mil Kanjis em uso no país, apesar de que a metade nem seja usado, sobrevivendo-se apenas em alguns documentos antigos.
É interessante salientar que as associações de artistas de Shodo do Japão e da China se comunicam freqüentemente, pois apesar do Japão utilizar o Hiragana no dia a dia, e parte dos Kanjis terem sido simplificados no país, a arte do Shodo permanece essencialmente a mesma.
Os materiais utilizados para a arte do Shodo são os mesmos nos dois países. O pincel, feito de pelo, é um instrumento sensível, que junto com a tinta, geralmente preta, que produz uma variedade de subtons de cinza e de espaços “falhos” sobre o papel, traduz a arte da caligrafia. É na levesa, na velocidade em alguns trechos e na parada em alguns pontos com o pincel, é que se desenha a arte do Shodo. Juntando-se os significados que o próprio ideograma desenhado representa, com a sua beleza estética, temos uma arte bastante completa.
O SHODO NO BRASIL
Os primeiros imigrantes japoneses que vieram ao Brasil em 1908, já trouxeram a arte do Shodo, em muitos casos, aprendida na escola. Além disso, era comum trazerem na sua bagagem, exemplares da arte caligráfica desenhados por artistas e personalidades de destaque na região onde moravam, para adornarem as paredes da nova casa.
Mas foi a partir de 1975 que o Shodo ganhou um grande impulso. Naquele ano, foi realizada uma inédita Exposição da Arte Caligráfica Moderna do Japão, no Brasil, sob o patrocínio da Fundação Japão, do Mainichi Shimbun e da Federação da Caligrafia Japonesa. Essa exposição pôde ser vista no Museu de Arte São Paulo, na Fundação Cultural do Distrito Federal, no Instituto Cultural Brasil-Estados Unidos de Belo Horizonte, e no Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro.
Sob o impacto daquele evento, um professor de japonês chamado Kato, que lecionava na Aliança Cultural Brasil Japão, sabendo da existência de muitos apreciadores da arte do Shodo no Brasil, convocou todas as pessoas que praticavam aquela arte no país. Reuniram-se então 70 artistas desconhecidos.
Aquela reunião deu origem à associação que recebeu o nome de Shodo Aikokai do Brasil, e que teve como o primeiro presidente, o sr. Takashi Kawamoto, um artista residente no Brasil, que havia recebido o título de mestre do Shodo enquanto morava no Japão.
Os participantes definiram as diretrizes para difundir o Shodo no Brasil, e sob a orientação de Kawamoto, passaram a se reunir duas vezes por semana, para estudar e praticar a arte.
Depois, com a evolução prática de vários elementos, sentiram-se motivados a participar do exame realizado no Japão, passando a figurar lado a lado com os artistas do Japão.
O taikô é um instrumento de percussão, cuja superfície é confeccionada com pele de animal. É tocada com a mão ou com o uso de uma baqueta, mas sempre exige do músico a habilidade rítmica e o preparo físico para sustentar batidas homogêneas e obter som satisfatório.
Foram encontrados bonecos “haniwa”do século V, feitos em terracota que carregam no ventre um tambor. Pinturas do início do século XII já retratam o chodaikô, do tipo gongo, e o tandôdaiko, com o corpo mais achatado. Todos os registros comprovam que o taiko está presente na história da música japonesa há quase 1.500 anos. O taiko é utilizado quase sempre em festividades xintoistas, mas eventos budistas também empregam o taiko.
O tipo de taikô mais utilizado em apresentações no Brasil é o Chodôdaiko. São taikos feitos com tronco de madeira cavada. Geralmente medem 45 a 60 cm de diâmetro, mas podem chegam a 1,50m. Com a escassez crescente de madeiras nobres, os preços de um taiko ficaram muito elevados. Um grande chodôdaiko pode valer tanto quanto um Rolls Royce, e mesmo um de tamanho pequeno pode custar o preço de um veículo popular. Nos últimos tempos os corpos do taiko são confeccionados com uma resina de uretano, com custo mais reduzido.
O maior taiko é o Okedaiko, que utiliza a pele bovina, tem forma de tonel e é amarrado com barbante. Pode ter mais de três metros de diâmetro e pesar mais de uma tonelada. O okedaiko pode ser executado por até dez pessoas, utilizando-se de baquetas.
Os Números Um, Dois e Três estão mortos. O tempo está acabando para o Número Quatro.
No novo thriller de ação do diretor D.J. Caruso, o ator britânico novato Alex Pettyfer estrela como John Smith, também conhecido como o Número Quatro – um adolescente sem vínculos fugindo de inimigos cruéis que foram enviados para destruí-lo.
É óbvio que John Smith não é um típico adolescente americano. Tirado de sua terra natal ainda criança, ele é agora um dos nove fugitivos espalhados pelo mundo tentando se esconder de cruéis matadores que destruíram seu mundo e que estão determinados a matá-los, um por um. Sempre trocando de identidade enquanto muda de cidade, junto com seu guardião (Timothy Olyphant; de Deadwood), as coisas começam a melhorar quando ele inicia uma nova vida em uma pequena cidade de Ohio. Lá, John encontra o amor (Dianna Agron, de Glee), além de seus poderes emergentes e uma ligação com os outros que têm o mesmo destino que ele.
“Quando a DreamWorks me enviou o roteiro”, conta Caruso (Controle Absoluto), ambientado em locações na exuberante floresta da Pensilvânia a uns 24 quilômetros ao norte de Pittsburgh, “eu fiquei fascinado pelo que li a partir do ponto de vista do personagem – este adolescente sem elos que não para de se mudar, não finca raízes e tenta descobrir quem é. Ao mesmo tempo ele tem um destino oculto. Achei uma experiência muito legal”.
Escrito por Pittacus Lore, Eu Sou O Número Quatro (I’m Number Four) é o primeiro de vários romances planejados para uma série projetada de livros da HarperCollins. Adquirida pelo DreamWorks Studios um ano antes da publicação, em agosto de 2010, o filme logo começou a ser produzido por Michael Bay (Transformers) e dirigido por Caruso, com roteiro dos escritores de Smallville, Alfred Gough & Miles Millar e do escritor veterano, Marti Noxon (Mad Men).
“Érápido”, diz o produtor executivo David Valdes (O Livro de Eli) sobre a chegada de Eu Sou o Número Quatro nas telas do cinema. “Mas o roteiro chegou e era realmente muito bom”.
Trabalhando com sua equipe criativa, Caruso partiu para preparar as filmagens e formar seu elenco de jovens atores em janeiro de 2010. Tendo trabalhado anteriormente com a atriz em ascensão Shia LaBeouf em Paranóia (2007) e Controle Absoluto (2008), ele sabia uma coisa ou outra sobre como descobrir novos talentos. Porém, foi difícil a escolha do papel-título do filme.
“Nós vimos mais de 140, 145 pessoas”, explica Caruso, que no final ficou com o novato Alex Pettyfer como protagonista. “Ele me pareceu perfeito. É incrivelmente dinâmico e possui um elemento muito másculo. Mas o que eu realmente gostei foi de sua vulnerabilidade”.
Pettyfer, de 20 anos, filho do ator Richard Pettyfer e de Lee Robinson, começou na televisão britânica e tinha acabado de concluir as filmagens de seu primeiro filme de Hollywood, Beastly (uma remontagem moderna da história de A Bela e a Fera, a ser lançado em 2011) quando foi contatado pela equipe de produção de EU Sou o Número Quatro. Surpreendentemente, Pettyfer, a princípio, hesitou.
“Eu fiquei nervoso”, conta o ator, que depois do primeiro teste, retornou várias semanas depois para ler para o papel. “Eu li para DJ e eles pareceram gostar do que eu fiz. Eu entrei, fiz o teste de tela e recebi um e-mail do meu agente naquela noite: “Estamos esperando para saber o que Steven acha. E eu perguntei: “Quem é Steven?’”.
“Eu tinha acabado de fazer um teste de tela para Steven Spielberg e ele me aprovou”, diz Pettyfer rindo. “É tudo muito emocionante”.
“Alex é ótimo”, diz Dianna Agron, estrela da popular série de TV Glee e interesse romântico de Pettyfer, Sarah Hart, em Eu Sou o Número Quatro. “Ele é muito espirituoso e sábio para sua idade”. De modo que a atriz também achou a proposta de fazer parte o filme de Caruso igualmente irresistível. “Quando personagens jovens são tão bem escritos é muito atraente para qualquer ator”, afirma ela. “E, é claro, eu também esperava poder fazer as minhas próprias cenas de ação e parece que vou poder fazer algumas!”.
As filmagens de Eu Sou o Número Quatro começaram em Pittsburgh e redondezas em meados de maio. Como nos filmes anteriores de Caruso, os personagens terão destaque em meio à ação e à emoção. Embora Eu Sou o Número Quatro seja ambientado no conhecido mundo do colegial, com pessoas, e aborde o aspecto do autoconhecimento, ele também é, por outro lado, igualmente guiado por uma caçada realizada por inimigos de sangue frio que não serão detidos por nada até concluírem sua missão.
“Eu tento fazer o máximo de cenas de ação possível”, diz Pettyfer, sobre as consideráveis exigências de alta octanagem do filme. “Eu fiz um filme de ação quando era mais jovem, e meio que usei essa experiência e trouxe para cá”, diz ele. “Espero – bate na madeira – poder fazer todas elas. Acabei de fazer um salto de costas a 45 metros de altura, de um andaime, para praticar para um salto que terei que fazer”.
“Desde o dia em que eu assinei o contrato para este filme eu comecei a treinar”, conta a atriz Teresa Palmer (O Aprendiz de Feiticeiro), que interpreta uma adolescente amiga de fuga, a Número 6. “Ela é especialista em artes marciais e tem uma Ducati – é, ela é durona”, conta Palmer, sobre seu personagem. “Ela enfrenta qualquer um e é ao mesmo tempo encantadora e intimidadora”.
“Tem muita ação eletrizante neste filme”, concorda Caruso, destacando particularmente os esforços de Palmer, indo além do que foi solicitado a ela. “Fico muito impressionado com o que ela está fazendo. Eu estava assistindo a uns testes com ela, há alguns dias, e percebi que não vou precisar de dublê para ela. Ela usa cabos, fios e voa, pousa, faz de tudo. Ela é muito dinâmica e muito divertida, é perfeita para o personagem”.
O importante para Caruso, entretanto, tem sido planejar as cenas de perseguição do filme, as lutas e batalhas de tirar o fôlego e os efeitos gerados por computação, sem perder de vista seus jovens heróis que ancoram a história.
“O verdadeiro grande desafio neste filme é equilibrar os elementos dos personagens e a luta pela identidade e, ao mesmo tempo, assegurar que o espetáculo da ação não se sobreponha a eles”, explica o diretor. “Sem se preocupar com os personagens, você pode ter a melhor ação, mas isso realmente não quer dizernada”.
A sequência desta noite é exatamente sobre isso – explorar o relacionamento entre os personagens principais do filme. Aqui, um encontro entre o futuro casal de namorados, Pettyfer e Agron, começa quando seus olhos se cruzam no campo à noite em um parque de diversões local. “Basicamente os personagens tinham um ponto de conflito e chega o momento de eles fazerem as pazes, se confrontarem neste local festivo, o que os leva, então, a uma atração divertida”, conta Caruso. “É claro, que tudo acaba terrivelmente mal!”.
Um momento íntimo na tela, talvez. Mas a atmosfera no set é tudo, menos serena. Para o encontro no parque, Caruso e companhia criaram um parque de diversões próprio, transportando uma variedade de brinquedos, jogos e atrações, que vão desde um carrossel, passando por barraquinhas de alimentos e jogos até a roda-gigante com um mar de cores neon e mais 300 figurantes, para completar o parque para a noite de filmagem.
Esta noite, a produção teve sorte com o elenco e a equipe seguindo tranquilamente no mesmo ritmo. Na noite anterior, uma enorme tempestade de verão quase levara tudo por água abaixo. “Tendo crescido em Connecticut, estou acostumado a isso”, diz Caruso. “Mas, por estar na costa oeste há muito tempo, a gente acaba esquecendo como o tempo muda rápido aqui – sol, tempestade, chuva, raios”.
“Na verdade, nós tivemos que parar ontem, porque os raios chegaram bem perto das luzes; não tinha chuva, sabe, só raios”, diz ele rindo. “Assim que clareou, erguemos nossas gruas e, é óbvio, ficamos ensopados. No final, temos que ser pacientes porque essas coisas fogem ao nosso controle. A gente acaba aprendendo bem rápido a se adaptar”.
“O clima é um fator na cinematografia em toda parte”, diz o produtor executivo David Valdes. “Mas os diretores que entendem isso farão filmes muito melhores do que aqueles que correm para se proteger. Ontem à noite foi um aviso”, diz ele. “Havia chuva torrencial e raios, e tivemos que parar por questões de segurança e fechamos tudo. Mas, mesmo assim, trabalhamos à noite”.
O maior desafio segundo Valdes continua sendo a velocidade da produção, já que Eu Sou o Número Quatro está sendo filmado para estrear nos EUA em fevereiro próximo. “É velocidade total”, diz Valdes. “Mas, por sorte, temos uma ótima equipe. Eu e D.J. trabalhamos anteriormente com todos aqui em pelo menos um filme, então já temos uma vantagem. E, embora o elenco seja bem jovem, eles têm currículos bem impressionantes – não precisamos dar aulas de interpretação ou treiná-los em atuação; eles já sabem”.
“Tem uma vibração familiar neste filme”, diz Pettyfer, muito satisfeito com a produção e o ritmo. “Eu sei que todos dizem isso, mas nós somos uma família. DJ cria esse ambiente. E tudo que eu visualizei no roteiro, ele tornou real”.
“DJ é adorável”, elogia Palmer. “Mas ele também é passional quanto ao projeto. Ele tem uma visão bem específica sobre o filme, o tipo de filme que quer fazer, e é bem claro sobre deixar você ciente sobre qual é essa visão e sobre como podemos trabalhar juntos e colaborar para realmente dar vida a ele”.
“Eu tento manter todos juntos de fato como uma família”, diz Caruso, sobre trabalhar com seu jovem elenco. “Há uma regra não escrita que é a de sempre apoiar uns aos outros. Se alguém está em um dia ruim, você sempre pode ajudar. É bom ter esse aspecto familiar em toda filmagem que se faz”.
Com o segundo romance sendo escrito e com planos já em andamento para uma série de livros, uma potencial franquia de filmes para Caruso e sua equipe não parece estar fora de questão. Se o primeiro filme for bem-sucedido com o público, poderia a reunião da família do elenco e da equipe de Eu Sou o Número Quatro voltar a acontecer?
Por seu lado, Valdes hesita. “Nosso objetivo é fazer um filme que eu queira assistir, que meus filhos queiram assistir, e talvez que meus netos queiram assistir. Tudo que eu quero é contar uma boa história”.
“Eu acho que é certamente o plano de todo mundo”, diz Caruso, falando sobre uma potencial franquia, antes de voltar ao trabalho que está fazendo. “Só estou tentando fazer um ótimo filme. O que acontecer depois, acontecerá”.
SOBRE O FILME
Três estão mortos. Ele é o Número Quatro. D.J. Caruso (Controle Absoluto, Paranóia) dirige o suspense cheio de ação sobre um jovem extraordinário, John Smith (Alex Pettyfer), um adolescente fugindo de inimigos cruéis enviados para destruí-lo. Mudando sua identidade e continuamente trocando de cidade junto com seu guardião Henri (Timothy Olyphant), John é sempre o garoto novo sem laços com o passado. Na pequena cidade de Ohio, que ele agora chama de lar, John se depara com eventos que mudam a sua vida – seu primeiro amor (Dianna Agron), novas habilidades poderosas e uma ligação com outros que compartilham seu incrível destino.
I Am Number Four é produzido por Michael Bay com roteiro de Alfred Gough & Miles Millar e Marti Noxon, baseado no livro de Pittacus Lore. Eu Sou o Número Quatro será lançado nos cinemas dos EUA em 18 de fevereiro de 2011, e no Brasil em 15 de abril.
Nos dias 19 e 20 de Fevereiro, aconteceu aqui em Pernambuco, no auditório da UFPE, o Anima Recife. Evento que há apenas um ano entrou para o calendário de convenções de fãs de cultura pop e japonesa, aqui no recife.
Seguindo os moldes do SC (Super Con, antigo Super Hero Con), evento também sob o comando de Fabio Villa, e que acontece em julho também aqui no Recife, o Anima recife, apesar de em menor escala, vem trazendo cada vez mais pessoas para essas convenções. Esse ano pode notar-se um aumento substancial do publico em relação ao ano passado.
Com Atrações que iam desde tecnologia, musica, concurso até celebridades como os dubladores FRANCISCO BRÊTAS (Hyoga de Cavaleiros do Zodíaco, Kaioshin de Dragon Ball Z, Ferio de Guerreiras Mágicas de Rayearth, entre outros) e AFFONSO AMAJONES (Sanosuke Sagara de Samurai X, Alucard de Hellsing, Maximillian Pégasus de Yu-Gi-Oh!, Scar de Fullmetal Alchemist, Yancha de Dragon Ball, entre outros), o Anima Recife desse ano ofereceu durante seus dois dias diversão para os mais variados gostos e públicos.
No hall de entrada o visitante tinha a opção de andar pelo espaço oval, olhar uns standes, comprar umas lembrancinhas, umas miniaturas, uns mangás ( que ninguém é de ferro), fazer uma boquinha nas barracas de comidas típicas japonesas, passar na Animix pra pedir uma musica, ou simplesmente tirar fotos com os cosplays preferidos.
Na parte interior como no auditório, apresentações de bandas, divertidos concursos como o de dança e o de cosplays, apresentação de AMV’S e videos inusitados da net além da apresentação dos dubladores fizeram a alegria geral!
É fato que o Anima Recife teve um desempenho muito bom, mesmo com os contratempos, com a chuva e com o desenrolar dos eventos.
Mesmo com o “temporal” que caiu desde o dia anterior no recife e região metropolitana, os maníacos por animes, cosplay (como eu) e RPG´s não deixaram de marcar presença; atrasados por conta do tempo, mas chegaram com tudo!!!
As 11hs já havia uma quantidade considerável de pessoas no Centro de Convenções da UFPE que já chegaram consumindo os serviços oferecidos como o da Rádio Animix; a todo o instante chegavam aos pares e grupos pedindo suas músicas preferidas.
Por volta de 12hs com “calor da batalha”, música a toda, o Centro de Convenções formigando e os eventos dando o que falar, Caat e Mayu estavam extremamente empolgadas com as músicas da Animix; dançando, coreografando e cantando certas músicas chamaram a atenção de alguns “olhos famintos” de plantão!
Enquanto isso (no lustre do castelo…) o amor estava em alta e casais estavam expressando seus sentimentos aos beijos e carícias invejáveis aos solteiros de plantão.
A sala de karaokê também estava tímida no inicio do evento, apenas começando a esquentar por volta das 15hs quando aquilo se tornou um verdadeiro show amador!!!! Rsrsrsrs..
Isso dava direito a platéia e candidatos tão estranhos quantos criativos e bastante nervosos!
A essa altura do campeonato as tendas estavam faturando aos montes com gente de todo o tamanho (literalmente); de crianças a idosos (fiquei impressionado!) as pessoas consumiam como se daquilo dependessem suas vidas… Bom pra os donos das tendas que nesses eventos faturam horrores.
Os que foram de cosplay chegaram aos poucos e logo se espalharam… Tão diferentes quanto estranhos e criativos eles começavam a chegar de todas as partes, só que nenhum teve uma entrada tão triunfante e muito chamativa quanto à do Pinguim de Batman que muito provavelmente foi o mais luxuoso e criativo de todos (pelo menos pra mim).
Só que com a presença dos malignos Pinguim, Coração Gelado e Belzebumon a carga energética de seus respectivos poderes interferiram na energia do local, o que deixou o estande da Rádio Animix sem energia (literalmente), PC´s parados deixaram o Centro de Convenções no mais puro silêncio abissal o que gerou uma onda de contratempos, pois os ouvintes queriam pedir músicas mas a radio não podia tocar e isso causou muita confusão (confusão é.)
Muito tempo depois da onda maligna de energia ter sido expulsa pelos exorcismos e rituais dos membros da Rádio Animix e da equipe do Anima Recife, a força voltou a operar no estande da Rádio, isso foi motivo pra o som voltar com tudo e a música das esferas voltar a tocar!
A sala de vídeo desde cedo já estava animada… Literalmente!
A galerinha ia à loucura sempre com o trailer do Super-Con e de animes como Bleach e Naruto.
O concurso de dança foi… Indescritível, cada candidato (a) ou grupo fizeram muito bem suas coreografias e não deixaram a desejar; os Cosplay também não fizeram feio e a essa altura já estavam todos prontos pra suas apresentações, tanto individual quanto em grupo eles deixaram o Anima Recife “fervendo”; Mas como já era de se esperar, o Maligno Pinguim levou vantagem em encima de todos os outros candidatos, empatando apenas com Belzebumon.
O esquema de segurança foi um show a parte. Os seguranças controlaram bem o fluxo de visitantes, cosplays durante todo o evento. Também foi barrada a entrada de comidas e bebidas de todos os tipos, alem da entrada de armas brancas (decorativas ou não) como katanas, kunais e etc. Isso levanta uma interessante questão: em um evento de cultura pop e japonesa, cultura que tem elementos como katanas e outras armas semelhantes fortemente presentes, seria certo barrar a entrada de objetos dessa natureza? Não deixe de dar sua opinião sobre isso em nosso blog!!!
Esse Anima Recife com certeza deixou saudade, principalmente em quem esteve lá pela primeira vez, esperamos que no Anima Recife do ano seguinte nossas expectativas se superem; então, até o Super-Con com mais cobertura da Rádio Animix, a rádio de todos os seus momentos!